Marconi defende que PSDB continue apoiando governo Temer

Durante palestra que realizou nesta quinta-feira (8/6) na Conferência Anual da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), que começou ontem (7) e se estenderá até esta sexta-feira (9) na cidade de Foz do Iguaçu (PR), o governador Marconi Perillo defendeu que seu partido, o PSDB, mantenha sua aliança com o governo do presidente Michel Temer, apoiando as reformas em tramitação na Câmara dos Deputados. Ele afirmou que as reformas são necessárias para que o Brasil volte a crescer.

Segundo Marconi, o partido tem a responsabilidade de garantir que os avanços econômicos possam ajudar a fazer com que os juros caiam ainda mais, que a inflação diminua e que seja adotada uma boa política cambial. “Eu defendo que meu partido apoie firmemente as reformas. É preciso apoiar a aprovação das reformas, primeiro a previdenciária, depois a reforma política porque é na estrutura política eleitoral e partidária que se encontra a raiz da corrupção que deve ser extinta definitivamente do Brasil”, analisou.

O governador pediu que haja equilíbrio neste momento difícil. Disse defender que o partido mantenha a aliança com o Governo Federal e, assim, de forma direta, estará apoiando as reformas e a agenda positiva,”que fez com que o Brasil, em um ano, começasse a diminuir a inflação de mais de 10% para menos de 4%.

O governador voltou a lamentar que sete milhões de goianos trabalhem para pagar aposentadoria a 60 mil aposentados e pensionistas. “Defendemos o direito das pessoas que se aposentaram. Mas é preciso corrigir. Se não fizermos nada, os estados vão quebrar”, previu.

“Temos a felicidade de ter uma Assembleia Legislativa muito bem dirigida e consciente de seu papel em relação ao momento crítico pelo qual passa o Brasil. Nós tivemos não só a maior recessão da história, mas também uma grande depressão que fez o Brasil ficar mais pobre 10% neste período”, disse.

Marconi recordou que a Assembleia Legislativa de Goiás começou a ajudá-lo para o enfrentamento da crise ainda em 2014, quando o governo previu as dificuldades vindouras. “Naquele período nós reduzimos para dez o número de secretarias e mais de seis mil o número de funcionários com o apoio imprescindível da Assembleia”, argumentou

Fonte: Jornal Opção

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